- Eu -
Esposa do tudo, amante do nada
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[Segunda-feira, Fevereiro 28, 2005]
Sussurre ou Grite!
Efebo
Naquele canto
onde ninguém nos vê
Eu dispo
sem o teu perceber
Teu desejo ainda é quase infantil
o corpo não
Dos colares que desenhei
nenhum suporta a forca
Matei-me
e preciso saber do que irás fazer
com teu banquete
O falo mudo
de lábios intocados
Essa mistura de casto e selvagem
Só excita minha poesia
a ânsia do belo.
Pouco sei de onde tu começas
Pois eu começo em ti
Toco a inexperiência
E me perco virginalmente a esse ar
Que eu sei que é somente a ti
que envolve
Só a ti
Polvo escurecido de angústia
Meu seio expele veneno.
Do sangue que pulsa
à toda derme grudada.
É apenas beijo
por habitante de mim * 12:07
____________________
[Segunda-feira, Fevereiro 28, 2005]
Sussurre ou Grite!
Efebo
Naquele canto
onde ninguém nos vê
Eu dispo
sem o teu perceber
Teu desejo ainda é quase infantil
o corpo não
Dos colares que desenhei
nenhum suporta a forca
Matei-me
e preciso saber do que irás fazer
com teu banquete
O falo mudo
de lábios intocados
Essa mistura de casto e selvagem
Só excita minha poesia
a ânsia do belo.
Pouco sei de onde tu começas
Pois eu começo em ti
Toco a inexperiência
E me perco virginalmente a esse ar
Que eu sei que é somente a ti
que envolve
Só a ti
Polvo escurecido de angústia
Meu seio expele veneno.
Do sangue que pulsa
à toda derme grudada.
É apenas beijo
por habitante de mim * 12:07
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[Segunda-feira, Fevereiro 28, 2005]
Sussurre ou Grite!
Efebo
Naquele canto
onde ninguém nos vê
Eu dispo
sem o teu perceber
Teu desejo ainda é quase infantil
o corpo não
Dos colares que desenhei
nenhum suporta a forca
Matei-me
e preciso saber do que irás fazer
com teu banquete
O falo mudo
de lábios intocados
Essa mistura de casto e selvagem
Só excita minha poesia
a ânsia do belo.
Pouco sei de onde tu começas
Pois eu começo em ti
Toco a inexperiência
E me perco virginalmente a esse ar
Que eu sei que é somente a ti
que envolve
Só a ti
Polvo escurecido de angústia
Meu seio expele veneno.
Do sangue que pulsa
à toda derme grudada.
É apenas beijo
por habitante de mim * 12:07
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[Segunda-feira, Fevereiro 28, 2005]
Sussurre ou Grite!
Efebo
Naquele canto
onde ninguém nos vê
Eu dispo
sem o teu perceber
Teu desejo ainda é quase infantil
o corpo não
Dos colares que desenhei
nenhum suporta a forca
Matei-me
e preciso saber do que irás fazer
com teu banquete
O falo mudo
de lábios intocados
Essa mistura de casto e selvagem
Só excita minha poesia
a ânsia do belo.
Pouco sei de onde tu começas
Pois eu começo em ti
Toco a inexperiência
E me perco virginalmente a esse ar
Que eu sei que é somente a ti
que envolve
Só a ti
Polvo escurecido de angústia
Meu seio expele veneno.
Do sangue que pulsa
à toda derme grudada.
É apenas beijo
por habitante de mim * 12:07
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